quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Felicidade


As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.

Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.

Para aqueles que se machucam.

Para aqueles que buscam e tentam sempre.

Clarice Lispector

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

6 atitudes que te levam ao sucesso profissional

Não esperam as coisas acontecerem. As pessoas de grande sucesso fazem as coisas acontecerem. Não ficam esperando seu patrocinador “dar ordens” para que as executem.
Também não precisam que nenhuma pessoa dê um empurrãozinho para que se sintam motivadas a fazerem o que é necessário ser feito.

São profissionais de verdade. Enquanto muitos encaram o marketing de rede como um hobby, um passatempo, ou mesmo um bico, as pessoas que ganham mais de U$10.000,00 por mês com marketing de rede sabem que são realmente profissionais. Trabalham mesmo quando não estão assim com tanta vontade ou “inspiradas”, como acontece com os amadores, aqueles que apenas fingem que trabalham com marketing de rede.

Buscam constante aperfeiçoamento. Quem ganha dinheiro de verdade com marketing de rede, está sempre procurando se aperfeiçoar. Fazem cursos, leem livros, participam de palestras e eventos e tentam aprender com outros profissionais da área. Os amadores, ao contrário, estão sempre “ocupados” fazendo outras coisas. Dica: Assistir novelas ou reality shows não é um bom material de aprendizado.

Têm fé. Quem ganha dinheiro de verdade com marketing de rede, acredita na empresa que representa e também nos produtos. A grande maioria dos amadores nem mesmo usa os produtos da empresa.

Têm responsabilidade. Os profissionais de marketing de rede encaram essa atividade como um negócio real, como eu disse no item 2; como um negócio próprio. Por essa razão, sabem que são responsáveis por obter resultados. Já os amadores culpam seus patrocinadores, a economia, a empresa, os produtos, a falta de tempo, etc.

Investem em seu negócio. Se em qualquer negócio tradicional é necessário investir tempo e dinheiro, porque o marketing de rede deveria ser diferente? Quem ganha dinheiro de verdade no marketing de rede sabe que para se ter sucesso é preciso investimento. Compram produtos, livros e treinamentos. Além disso, “gastam” dinheiro ligando para seus prospectos.

O resultado da combinação dessas 6 características não pode dar outro resultado senão o sucesso.

Se você quer mesmo ganhar dinheiro trabalhando com marketing de rede, não se contente com aquilo que as pessoas medianas conseguem. Não faça parte da multidão. Procure se destacar de alguma forma, buscando adquirir essas 6 características que listei nesse artigo.

Um grande abraço e muito sucesso!

Tiago C. Simões

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Orar


“E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei. Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” (João 14:13-15).

“Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (Judas 20,21).

“Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis” (Romanos 8:26).

Devo orar a Deus Pai, em nome de Jesus Cristo, disposto a ser obediente aos Seus mandamentos. Não devemos nos esquecer que o Espírito Santo é o nosso intercessor que opera junto ao nosso Salvador, Jesus Cristo. Assim, podemos orar também ao Espírito Santo.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Controlar ou Ignorar


Eu me deparei, algum tempo atrás, com essas observações escritas por um autor desconhecido. Embora eu não possa dar o crédito devido, esta percepção atemporal é digna de consideração. Leia cada pensamento e depois medite sobre eles e aplique as ideias às suas circunstâncias pessoais e profissionais:

·“Não podemos controlar a extensão de nossa vida, mas podemos controlar sua profundidade e amplitude.

·Não podemos controlar o clima, mas podemos controlar a atmosfera moral que está ao seu redor.

·Não podemos controlar os contornos de nossa fisionomia, mas podemos controlar nossas expressões e aquilo que elas comunicam aos outros.

·Não podemos controlar as oportunidades de outras pessoas, mas podemos assegurar-se de agarrar cada oportunidade que surja em nosso caminho.

·Não podemos controlar os altos rendimentos que alguns de nossos amigos recebem, mas podemos administrar com sabedoria nossos próprios ganhos modestos.

·Não podemos controlar os erros ou hábitos irritantes de outros indivíduos, mas podemos ficar atentos para não desenvolver ou abrigar tendências que possam servir de irritação para outros.

·Não podemos controlar tempos difíceis ou de necessidades, mas podemos poupar recursos agora que nos farão atravessar tempos de adversidade e carência.

·Não podemos controlar a distância que nossa cabeça vai se elevar acima do solo, mas podemos controlar o quão elevado será o conteúdo dentro dela.

Assim, por que se preocupar com coisas que não podemos controlar? Ocupemo-nos controlando aquelas que dependem de nós! Não nos preocupemos com circunstâncias que não podemos mudar. Concentremo-nos em atitudes que podemos mudar!” - Autor desconhecido.

Aqui estão alguns pensamentos similares que Deus nos dá em Seu Manual de Vida, a Bíblia:

“Pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles a quem Ele chamou de acordo com o Seu plano” (Romanos 8.28).

“Se é o Senhor quem dirige os nossos passos, como poderemos entender a nossa vida” Provérbios 20.24)

Robert D. Foster

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Esperança de intimidade com Deus


Reflexões no Salmo 26

“Faze-me justiça, Senhor, pois tenho andado na minha integridade e confio no Senhor sem vacilar. Examina-me, Senhor, e prova-me; sonda-me o coração e os pensamentos. Pois tua benignidade tenho perante os olhos e ando na tua verdade. Não me assento com homens falsos e com dissimu-ladores não me associo. Aborreço a súcia de malfei-tores e com ímpios não me assento. Lavo as mãos na inocência e, assim, andarei, Senhor, ao redor do teu altar, para entoar, com voz alta, os louvores e proclamar tuas maravilhas. Eu amo, Senhor, a habitação de tua casa e o lugar onde tua glória assiste. Não colhas minha alma com a dos pecadores, nem minha vida com a dos sanguinários, em cujas mãos há crimes e cuja destra está cheia de subornos. Quanto a mim, ando na minha integridade; livra-me e tem compaixão de mim. Meu pé está firme em terreno plano; nas congregações, bendirei o Senhor”

Há uma tênue linha divisória entre certas virtudes desejáveis e seus opostos. É o caso daquela que separa humildade e orgulho. Até onde somos humildes e até onde falsos modestos. Até onde orgulhosos e até onde simplesmente realistas e sinceros?

O salmo 26, numa leitura apressada e descomprometida, passará a falsa impressão de tratar-se de uma expressão egocêntrica e exagerada da vaidade do salmista. Quem ele pensava que era? Que afirmações são estas a respeito de sua própria integridade, caráter e virtudes? Será que não passava de um soberbo?

O salmo em questão não é produto da arrogância de um presunçoso narcisista. Pelo contrário: é fruto da intimidade de um crente, cujo profundo relacionamento com Deus habilita-o a falar de si mesmo sem máscaras ou fingimentos. Não a um outro qualquer, mas àquele que sonda e prova corações (Examina-me, Senhor...).

Trata-se, portanto, não de uma auto-exaltação, mas de um formidável exemplo da possibilidade de um relacionamento íntimo com o Senhor. É um salmo de esperança e desafio para crentes como nós, ainda hoje. Observá-lo com atenção habilita-nos a confiar nesta possibilidade.

Em primeiro lugar, há de chegar o dia em que seremos íntimos o suficiente para não temermos nossa própria exposição diante de Deus (prova-me; sonda-me o coração e os pensamentos). Não porque seremos perfeitos, mas porque já não nos envergonharemos e nem carregaremos culpa por nossos pecados. Estaremos absolutamente convencidos do amor que nos acolheu como somos: humanos (a tua benignidade, tenho-a perante os olhos...).

Há de chegar o dia em que seremos íntimos o suficiente para não nos moldarmos ao pecado em nome da auto-estima e da aprovação (...com os ímpios não me assento). Não porque seremos melhores ou mais puros, mas porque estaremos satisfeitos com a aprovação que vem de Deus (Lavo as mãos na inocência...).

Há de chegar o dia em que seremos íntimos o suficiente para não vivermos de religião, mas da alegria e do prazer da adoração (andarei, Senhor, ao redor do teu altar... Eu amo, Senhor, a habitação de tua casa...). Não será, jamais, por medo ou interesse, mas em amor sincero por Deus e por seu Reino.

Finalmente, há de chegar o dia em que seremos íntimos o suficiente para não mais duvidarmos das bênçãos e da herança em Deus (nas congregações, bendirei o Senhor...). As adversidades (Não colhas a minha alma com a dos pecadores, nem a minha vida com a dos homens sanguinários...) não superarão a confiança e o descanso no cuidado amoroso e fiel de Deus (Meu pé está firme em terreno plano).

E por que tudo isso? Porque, um dia, um simples salmista pôde orar: ando na minha integridade. Porque, um dia, um homem chamado Jesus de Nazaré, filho de Deus e Deus encarnado, assumiu nossas fraquezas e nos mostrou o caminho para a intimidade de Deus. Porque, um dia, o Espírito Santo foi derramado sobre a Igreja, para que os cristãos pudessem ser socorridos e ajudados em suas fragilidades. Louvado seja o Senhor!

Pastor Marcelo Gomes


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Missão, Visão, Valores

Perguntaram ao meu amigo Estevão: “Se você tivesse que começar seu negócio de novo, o que faria de forma diferente? “ Estevão respondeu rápida e decididamente: “Imediatamente eu esclareceria a visão, missão e valores da empresa e os comunicaria constantemente ao quadro de funcionários”.

Ao longo do tempo Estevão descobriu que, quando a equipe obteve compreensão clara de quem eles eram e entraram em acordo em relação para onde estavam indo, a empresa tornou-se muito mais eficiente. Em essência, eles obtiveram respostas para três perguntas fundamentais: (1) Para onde estamos indo? (2) Como chegaremos lá? (3) Como saberemos que já chegamos?

Max DePree, ex-CEO de uma empresa de móveis para escritório e autor de vários livros, observou que comunicação clara em uma organização é essencial para que ela opere com sua capacidade máxima. Ele disse: “Relacionamentos nas corporações melhoram quando a informação é compartilhada com exatidão e livremente”.

Esse princípio é verdadeiro para qualquer empreendimento na vida, quer planejando atividades da família, indo para guerra ou desenvolvendo iniciativas beneficentes. Porém, no mundo profissional e empresarial, onde indivíduos únicos se misturam oferecendo variedade de habilidades, interesses e experiências, a necessidade de clareza da visão, missão e valores não pode ser superestimada. Para assegurar o sucesso não pode existir confusão a respeito de planos, metas, expectativas, responsabilidades ou papéis. E essa comunicação não pode ser esporádica: é preciso que seja contínua e completa.

Por essa razão, empresas exibem fisicamente declarações de missão e visão por todas as suas instalações e escritórios. Escrever tais documentos seria de pouco valor, caso fossem arquivados em gavetas e esquecidos. Quando são periodicamente revistas em reuniões, permanecem em primeiro plano na mente de todos.

Na Bíblia, o melhor manual de negócios jamais compilado, vemos exemplos em que a necessidade da expressão clara de visão e missão são ressaltadas. Por exemplo, Deus instruiu o profeta Habacuque: “Escreva em tábuas a visão que você vai ter, escreva com clareza o que vou lhe mostrar, para que possa ser lido com facilidade. Ainda não chegou o tempo certo para que a visão se cumpra; porém ela se cumprirá sem falta...” (Habacuque 2.2-3).

Ao final de Seu ministério terreno, Jesus Cristo fez uma clara afirmação de missão e visão para Sua “equipe”: “Portanto, vão a todos os povos do mundo e façam com que sejam Meus seguidores... ensinando-as a obedecer tudo o que tenho ordenado a vocês...” (Mateus 28.19-20). Nessa diretriz concisa, Jesus afirmou a Seus seguidores quem eram, para onde deveriam ir e o que teriam que fazer.

Trazendo esse conceito para a esfera do mercado de trabalho, torna-se difícil para qualquer equipe ser produtiva, se seus membros não sabem para onde estão seguindo. Sendo assim, lembre-se de delinear sua visão com regularidade e consistência.

Por Rick Boxx

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O Poder do Espírito Santo


A Igreja está em movimento. Temos a graça de experimentar a força de Deus, através do Espírito Santo, conduzindo a Comunidade em direção ao centro da vontade divina. A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável, é também, um lugar maior que os nossos sonhos. E é pra lá que estamos sendo conduzidos.

O Espírito Santo foi derramado sobre a Igreja. Veio para habitar no filho de Deus. Veio para ser um selo, uma marca do cristão. Veio para esclarecer, orientar e conduzir o povo de Deus. Veio para curar e libertar. Veio pra trazer poder a todos aqueles que entregaram a sua vida ao Senhor Jesus.

O Espirito Santo é o nosso divino companheiro.

O poder do Espírito Santo é que capacita a Igreja a ser testemunha fiel do caráter e do projeto de Deus na restauração da criação.

Busque conhecer e caminhar ao lado do Espírito de Deus.

Deus te abençoe!

Mauricio baniski

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Impacto do pai na vida dos filhos

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Facilitadores da Tentação


Quais são as maiores tentações em sua vida – as áreas em que você é mais vulnerável a transigir com seus valores e padrões pessoais e profissionais? Para alguns, a ira é um castigo sempre presente. Tendências irritáveis podem se transformar em explosão à menor provocação. Para outros é a tentação de distorcer a verdade – ou simplesmente mentir – especialmente quando se trata de obter vantagem em negócios, fechar venda ou atrair um cliente. Outros lutam com cobiça ou inveja, nunca satisfeitos com o que possuem ou conquistaram. Existe sempre o desejo de ter mais. Outros ainda lutam com tentações de ordem sexual em suas mais variadas formas, no ambiente de trabalho e outros lugares. Para estes, a luxúria nunca é satisfeita.

Um amigo falou-me há tempos acerca de uma sigla que ajuda a explicar porque nossas tentações parecem mais fortes em diferentes momentos de nossas vidas. A sigla é FISC, ou seja: faminto, irado, solitário e cansado. Cada uma dessas condições pode tornar nossas respectivas áreas de fraqueza ainda mais difíceis de administrar ou controlar.

Por exemplo, quando estou faminto minha inclinação natural para a impaciência fica ainda mais forte. Ao dirigir, resmungo impaciente contra os motoristas que impedem meu avanço. Se estiver num restaurante esperando que minha comida chegue, me descubro menos cortês e compreensivo com a demora. Eu quero o que quero – e já!

Recentemente estava me sentindo irado com uma situação totalmente fora do meu controle. Sentia-me irado por causa da minha incapacidade de fazer algo e fiquei tentado a redirecionar aquela ira para os membros da família.

Todos nós já ouvimos histórias a respeito de – ou nós mesmos experimentamos – estar só durante uma viagem de negócios e nos sentirmos solitários. Em ocasiões assim, buscamos estabelecer conversações casuais ou até companheirismo aparentemente inocente e, de repente, nos defrontamos com uma situação verdadeiramente comprometedora.

Após um dia particularmente estafante ou depois de concluída uma tarefa difícil que consumiu muito tempo, estar cansado pode rapidamente injetar conflito num relacionamento que normalmente apreciaríamos. Sendo assim, o que fazer quando encontramos tentações ou um desses elementos FISC? Considere os conselhos sobre isso extraídos de um livro venerável, a Bíblia:

Não confunda tentação com mau procedimento. Ser tentado não significa falhar, pelo menos, não ainda. A tentação é apresentada como oportunidade para a má ação, o que a Bíblia define como “pecado”. Até mesmo Jesus foi tentado. “O nosso Grande Sacerdote não é como aqueles que não são capazes de compreender as nossas fraquezas. Pelo contrário, temos um Grande Sacerdote que foi tentado do mesmo modo que nós, mas não pecou” (Hebreus 4.15).

Quando tentado devemos buscar ajuda. Alguém disse: “Posso resistir à tudo, menos à tentação”. Muitas vezes a resposta correta à tentação não é tentar com mais empenho resistir. É preciso reconhecer nossa fraqueza e pedir a Deus forças para vencer. “E agora Jesus pode ajudar os que são tentados, pois Ele mesmo foi tentado e sofreu” (Hebreus 2.18).

Tentações demandam escolha consciente. Um comediante usava a expressão, “O diabo me fez fazer isto”, para explicar um comportamento errado. Entretanto, ninguém pode nos forçar a fazer o que é errado. Nós consideramos e depois determinamos se agimos ou não segundo a tentação. “Mas as pessoas são tentadas quando são atraídas e enganadas pelos seus próprios maus desejos” (Tiago 1.14).

Por Robert J. Tamasy